Vida real?

Pensei em algo legal
postei uma frase legal
mas não vivo minha vida de rede social

Postando imagens de auto ajuda
que nem me servem
postando pensamentos
que nem me pertence
postando o que quero viver sem ser

Pensando apenas no curti
pensando apenas no que os outros pensam
Na verdade não pensando
mentindo uma vida perfeita 
mascarada por uma interface social

Vida real
é o que posto?
é a que vivo?
ou a que imagino?



Hoje em dia é realmente complicado saber o que se vive, o que é real, ou quais são as intenções, estamos tão preocupado com o que vão pensar do que estamos pensando que nem sempre o que postamos é como realmente é curtido. 

Assistam esse vídeo, do canal SocialFly, vale a pena repensar sobre o que você está postando.

O que você está pensando?



Não se esqueça de deixar um comentário, e até o próximo post.


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Bienal do Livro São Paulo 2014

A Bienal 2014 de São Paulo a 23ª edição da feira esta em andamento até o dia 31 de Agosto. Estou muito feliz pois tive a sorte de participar, conhecer e comprar alguns livros.

Apesar de ser do estado do Rio de Janeiro é a primeira vez que participo deste evento, ainda mais legal colocando o pé na estrada.

Uma longa viagem de Cabo Frio até a cidade de São Paulo, fomos na caravana do lançamento em SP do Livro Faces de Malala de Jannini Rosa, uma escritora da minha cidade que fui conhecer em outro estado, (mas já tinha ouvido falar nela antes disso.)

Agora algumas fotos...







Ir em eventos tão legais como a bienal é bom, reacende a vontade de escrever, e não muito distante de publicar meu primeiro livro.

A Bienal anida está rolando se tiver a chance de participar não percam, vale muito a pena.

E no ano que vem vai ser mais perto de casa. :)

Vai ter muitas novidades até lá então deixe seu comentário compartilhe e até o próximo post.

Não esqueça de curti a fã pag, para + fotos links e informações.


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Acabei de ler #16 - Praticamente inofensiva


Enfim terminei de ler todos os livros da serie O guia do mochileiro da galáxia. Neste post vou fazer um resumo do 5ª volume da serie escrito por Douglas Adams, se quiser saber mais sobre o autor é só clicar aqui no Acabei de ler # 9 tem um resumo sobre o autor. 

Antes de continuar tento evitar escrever Spoiler, mas talvez haja alguns neste post, por envolver alguns comentários dos livros anteriores. 

Recomendo as leituras dos post Acabei de ler #9, com o resumo do primeiro livro da serie, Acabei de Ler # 10 e o Acabei de ler # 11 com o 3 e 4 volume. 

Agora falando sobre o livro, vamos começar o 

Acabei de ler #16

Depois de sair vivo da destruição de seu planeta, jantar no mais distante e louco restaurante, ser uma das principais chaves da resposta do universo, salva-lo de robôs assassinos ultra perigosos e ainda acordar novamente em seu planeta como que se nada tivesse acontecido, consegue resumir um pouco o que é ser um mochileiro das galáxias ou um pequeno resumo do que já passou Arthur Dent.

Agora sem a sua namorada sem saber onde é a terra Arthur tenta se adaptar em algum planeta, até se tornar um fazedor de sanduíches feito com carne de besta perfeitamente normais. 

Enquanto a vida quase normal de Arthur longe de Ford Perfect, que parecia ser um imã de improbabilidade. Ford está encarrando algo muito preocupante (Se ainda não leu este livro Vá para o fim do post), Vorgons no prédio principal do Guia...

(Acho melhor não entrar em detalhes, pode causar panico.) 


Eu particularmente esperava algo a mais depois de tudo o que aconteceu no final. 

Se eu escrever mais não haverá graça a leitura.

Então vai ler essa aventura? 





outras frases retirada do livro

Todo mundo tem uma grande oportunidade na vida. Se Você por acaso perde a única que realmente interessa, todo o resto se torna assustadoramente fácil.


Conhecer gente é uma coisa; fazer contatos era outra completamente diferente.


… se havia algo que a vida lhe ensinara, era que existem momentos em que você não deve voltar para apanhar a bolsa e outros momentos em que deve. Agora só faltava a vida lhe ensinar a distinguir entre os dois.


… sempre há um número significativo de pessoas na galáxia que não estão em são consciência.
Imagino que não fazia o menos sentido fingir que não estava desesperado.


Ver as coisas do ponto de vistas de outras pessoas, sem treinamento adequado, pode ser muito perigoso.



Antes de sair para viajar pelo universo não esqueça de levar a uma toalha e é claro a versão mais atualizado do guia do mochileiro.

Agora deixe um comentário, compartilhe e até o próximo post.
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Deuses americanos

Começou antes de serem deuses
Eram rádios, depois TVs
vieram até em DVDs.
Alta velocidade de conexão
e enfim ficou na palma da mão.

Como deuses são adorados.
Como deuses são consagrados.
Como deuses no centro da vida
iludida
deuses conectados
deuses americanizados.
Popularizados

Deuses americanos
em nações de indianos
no meio dos africanos
entre latinos
e asiáticos

Deuses americanos
americanizando
mesmo sem religião
repletos de dogmas e tradição


D-Gaspar.

Só para refletir, até o próximo post!

Não esqueçam de compartilhar, curti a fã pag e comentar.

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Além da História

Raramente escrevo algo e acho legal de cara, não sei se ficou bom, mas geralmente eu guardo meus textos depois releio e então publico, mas neste caso escrevi e publiquei. Se gostarem deixem um comentário. 

Não esqueça de curti minha fã pag >>  https://www.facebook.com/dgasparoficail




Além da história


Escrever é a mais simples tarefa de contar a complexidade do que se acredita.

Escrever, sim pode ser simples e é, mas ao mesmo tempo é complicado, não por ser difícil, mas por não ser tão simples demostrar tudo em simples e complexas palavras. 

O ato de escrever uma história está além de uma sequencia lógica e surpreendente com um clímax, pois escrever não é simplesmente descrever. 

A escrita se torna uma arte quando ela não se prende e com ela se aprende, mesmo que coisas repetidas ou nada vistas, a escrita tem uma lição, nem sempre na cara e sim nas entrelinhas. A lição que passa essa emoção e transforma a escrita na arte. 

Então o texto vai além de uma história então o texto vai ao coração e nós ensina uma lição. 

O fato de se escrever nas entrelinhas da vida de seus personagens é complicado, pois mesmo que se o seu personagem diz amar e o escritor não sabe amar, por mais que em belas palavras e rimas ele possa usar o seu personagem não sabe amar. O escritor tem e deve conhecer o que diz, não saber tudo, mas acreditar e tentar ao máximo viver o que escreve. 

As entrelinhas são a verdade da história, é a alma do autor nas linhas da obra. Tudo além de uma boa trama, da história, para melhor escrever, devemos aprender a viver. 

D - Gaspar.


Gostou? Comente, compartilhe e até o próximo post.


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O gato quase imortal

Era uma vez um gato
que teve vários donos
até que depois de sua 6ª morte
decidiu a vida na sorte

Resolveu viver sem dono
e viveu vagando
sempre morria
mas revivia

Até que encontrou
o que nunca procurou
uma linda gata branca
e juntos viveram uma vida branda

Em uma noite que a gata não se levantou
pela primeira vez o gato chorou
em seu lado deitou, os seus olhos fechou
e nunca mais acordou.


Adaptação de Cowboy bebop cap 26.


Douglas Gaspar.

Este poema foi inspirado em um dos meus animes favoritos Cowboy Bebop. Onde no último capítulo tem um dos melhores enceramentos uma serie animada que já vi. Apesar de ser antigo é um grande classico, e assim como o gato essa obra fechou os olhos e se eternizou em minha mente.


Gostou? Compartilhe, curta e deixe um comentário.
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Acabei de ler #15 - O teorema de Katherine

Toda vez que finalizo a leitura de um livro, venho aqui no blog e crio um post falando sobre o livro. Evito Spoiler, mas aviso caso contenha. Escrevo um resumo do autor e depois uma resenha. Finalizado este processo sempre nomeio os posts com Acabei de Ler.

Este é o decimo quinto  post da serie, e o autor em questão, já foi descrito, mas quero deixar mais algumas palavras sobre John Green.


Sobre o Autor.

Jonh Green, além de ser um dos autores mais populares da atualidade o mais popular dentre o publico jovem, agora também é um dos meus escritores favoritos. Nem sempre o livro da moda é o melhor, mas no caso de Jonh Green, com certeza é um bom livro, não só pelo sucesso de "A culpa é das estrelas", que ainda não li, mas também não vi o filme,  entretanto levando em questão os livros que li dele, sempre tem algo a mais.

Esse algo a mais é o seguinte, os livros dele é simplesmente possível, imagine começar a ler uma história comum, de uma pessoa sem grandes coisas, mas ao ler tudo fica interessante e o simples fato de uma viagem de carro, um fim de semana em uma escola ou um triste velório, tudo uma grande surpresa. Eventos diários bem escritos e surpreendentes, além de personagens bem escritos, e sempre tem um que você vai mais do que gostar. Pode não ser o protagonista, mas cada um é tão simples que são complexos, cada um com seus problemas e simplesmente humanos.

São essas e outras características em qualquer um de seus livros como temas tão essenciais em coisas comuns, que fazem o leitor não só ler o livro como sentir o livro. 

Bem, não tem como falar muito, pois deve ser lido, para finalizar a escrita do John é clara e compreensível e ainda culta, (Neste caso um agradecimento a Renata Pettengill responsável pela tradução para nossa linguá) aprendemos novas palavras ele sabe escrever em primeira pessoa e também em terceira. Vários pontos positivos e legais na leitura de suas obras que o fazem ser um grande sucesso. 


Acabei de Ler #15

Depois de seu decimo nono toco, da Katherine 19, O jovem prodígio Colin, coloca o pé na estrada com seu melhor amigo Hasan.

Colin é um mestre na criação de anagrama e com seu caderno faz suas anotações para concluir seu teorema, Onde ele quer consegui prever o tempo de duração entre os relacionamentos. A história envolve Colin, essa viagem, 19 Katherine(s), o teorema e outras personagens tão complexo quanto o Jovem prodígio.

Gostei muito da história do livro, logo de cara é meio deprimente, mas isso muda, não é uma história "emo" deprimente, mas uma história de verdades inevitáveis.

"Colin sentia como se o término do namoro fosse a única coisa acontecendo em todo o planeta escuro e silencioso, e, ao mesmo tempo, parecia que aquilo não estava acontecendo de fato. Ele sentiu sua atenção se desviar da conversa unilateral e sussurrada e começou a se perguntar se talvez todas as coisas grandes, dolorosas e incompreensíveis seriam paradoxais.
Ele era um homem à beira da morte olhando para os cirurgiões que tentavam salvá-lo. A uma distância quase confortável da coisa em si, do que estava realmente acontecendo, Colin pensou no mantra dos fracotes apatetados: paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas palavras nunca vão me machucar. Que mentira deslavada! Aquilo, ali e naquele instante, era o verdadeiro Abdominável Homem das Neves: parecia que havia algo congelando em seu estômago.— Eu te amo tanto... e só quero que você me ame do mesmo jeito que eu te amo — ele disse, o mais baixo que conseguiu.
— Você não precisa de uma namorada, Colin. Você precisa de um robô que não diga nada além de “eu te amo”.
E parecia que pedras e paus o estavam atingindo de dentro para fora, era uma dor palpitante e depois aguda logo abaixo da caixa torácica, e foi aí que ele sentiu, pela primeira vez, que parte de suas vísceras lhe havia sido arrancada.





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